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A Mente Manifesta v2.0: Aspectos clínicos e políticos do uso de psicodélicos

A Mente Manifesta v2.0: Aspectos clínicos e políticos do uso de psicodélicos

A Mente Manifesta v2.0: Aspectos clínicos e políticos do uso de psicodélicos
Baseado em 22 avaliações
Psicodélicos Terapia Psicodélica Integração Psicodélica Microdoses e minidoses
  • 30 horas de carga horária
  • 52 alunos
  • 38 aulas
  • 4 módulos
  • Última atualização 15/10/2026
  • Certificado de conclusão de curso
  • 115 arquivos para download

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Sobre o Curso

O Mente Manifesta é o curso do Centro de Estudos Psicodélicos (CEP), projeto de formação política e educativa da Associação Psicodélica do Brasil (APB), e nasce no contexto do renascimento psicodélico.

Com uma perspectiva ampla sobre os psicodélicos, o curso reúne questões clínicas, científicas, éticas, jurídicas, socioculturais e econômicas em quatro módulos, com rigor teórico e atenção às múltiplas modalidades de uso.

Módulo 01

Módulo 1: Introdução ao uso de psicodélicos com fins terapêuticos

Coordenação: Sandro Rodrigues

A base do curso: dos usos tradicionais e ancestrais ao renascimento psicodélico do século XXI, passando pelo proibicionismo, pela redução de danos e pelas questões legais e bioéticas do uso de psicodélicos.

Ementa e aulas do módulo 1

O módulo apresenta os psicodélicos e percorre seus usos tradicionais e ancestrais, em sociedades pré-capitalistas e não capitalistas, e a interação humana com fungos e plantas professoras. No século XX, aborda a síntese do LSD; o Ocidente branco experimentando a “carne dos deuses”; as pesquisas com substâncias psicodélicas (CIA, universidades, profissionais de saúde mental e movimentos sociais de juventude); a influência dos psicodélicos na arte e na cultura; e o proibicionismo.

Trata ainda do renascimento psicodélico do século XXI e dos principais centros de pesquisa da atualidade; da redução de danos em festas e festivais (breve história, construção dos manuais e dos princípios de suporte a crises induzidas por psicodélicos, autonomia dos usuários e suporte entre pares, drug checking e o cenário internacional e nacional dos coletivos); das questões legais (medicalização e proibicionismo nas convenções da ONU, temas jurídicos do uso terapêutico, liberdade cognitiva e busca pelo bem-estar, contracultura na saúde, tratamento normativo dos psicodélicos, contextualização das substâncias, fundamentos da regulamentação de cada uma — pesquisa e prescrição — e desregulamentação das smart drugs); e das questões bioéticas no uso de psicodélicos (liberdade de investigação científica; justiça, diversidade e equidade no movimento psicodélico; cautela e prudência na divulgação dos potenciais benefícios), com a proposta de um referencial latino-americano de bioética para o campo psicodélico.

Conceitos-chave: psicodélicos; usos tradicionais; pesquisas científicas; proibicionismo; contracultura; redução de danos; aspectos legais; liberdade cognitiva; bioética; diversidade; equidade.

Aulas

Aula 1 · Introdução e apresentação do módulo
Introdução aos psicodélicos e apresentação dos temas do módulo.
Carga horária: 20 min · Docente: Sandro Rodrigues

Aula 2 · Usos tradicionais e ancestrais de psicodélicos
Discute como é possível falar em usos tradicionais e ancestrais de psicodélicos, o uso dessas substâncias em sociedades pré-capitalistas e não capitalistas e a interação humana com plantas professoras e fungos.
Carga horária: 45 min · Docente: Pietro Benedito

Aula 3 · Psicodélicos no século XX
Aborda a síntese do LSD; o Ocidente branco experimentando a “carne dos deuses”; as pesquisas com substâncias psicodélicas (CIA, universidades, profissionais de saúde mental e movimentos sociais de juventude); a influência dos psicodélicos na arte e na cultura; e o proibicionismo.
Carga horária: 45 min · Docente: Sandro Rodrigues

Aula 4 · O renascimento psicodélico do século XXI
Apresenta instituições, pesquisadores e marcos do período: MAPS; Projeto Hoasca; Rick Strassman e a DMT; Peter Gasser e o LSD; Imperial College London; Johns Hopkins; Universidade de Zurique; Centro Takiwasi; Fundação ICEERS; Universidade da Califórnia; Universidade de Toronto; Unicamp; Unifesp; Instituto Phaneros; USP; Instituto do Cérebro, entre outros.
Carga horária: 30 min · Docente: Márcio Roberto

Aula 5 · Redução de danos e psicodélicos
Traz uma breve história da redução de danos em festas e festivais; a construção dos manuais e dos princípios de suporte a crises induzidas por psicodélicos; usuários, autonomia e redução de danos (suporte entre pares); drug checking; e o cenário internacional e nacional dos coletivos de RD que trabalham com psicodélicos.
Carga horária: 60 min · Docente: Fernando Beserra

Aula 6 · Questões legais do acompanhamento e suporte de pessoas que usam psicodélicos
Aborda medicalização e proibicionismo (convenções da ONU); temas jurídicos do uso terapêutico de psicodélicos; liberdade cognitiva e busca pelo bem-estar; contracultura na saúde; o tratamento normativo dos psicodélicos; a contextualização das substâncias — LSD, ayahuasca/DMT (uso sacramental e regulamentação do CONAD), MDMA, psilocibina, sálvia, mescalina, iboga e cetamina; os fundamentos da regulamentação de cada substância (pesquisa e prescrição); e a desregulamentação das smart drugs.
Carga horária: 60 min · Docentes: Ítalo Coelho e Emílio Figueiredo

Aula 7 · Questões bioéticas nas políticas de drogas e no uso de psicodélicos
Discute questões bioéticas nas políticas de drogas e no uso de psicodélicos, como a liberdade de investigação científica; a justiça, a diversidade e a equidade no movimento psicodélico; e a cautela e a prudência na divulgação dos potenciais benefícios, entre outras. Propõe um referencial latino-americano de bioética para o campo psicodélico.
Carga horária: 30 min · Docente: Ivan Rennó Brochetto

Módulo 02

Módulo 2: Terapia psicodélica

Coordenação: Fernando Beserra

O uso terapêutico da psilocibina, do LSD, do MDMA, da ayahuasca, da ibogaína e da cetamina: fenomenologia, psicofarmacologia, pesquisas clínicas, o papel da música e o manejo de experiências desafiadoras.

Ementa e aulas do módulo 2

O módulo debate o uso terapêutico de diferentes substâncias psicodélicas: a fenomenologia da experiência psicodélica e o estado da arte das teorias que buscam compreendê-la; a psicofarmacologia dessa experiência e as hipóteses neurofisiológicas sobre seu efeito terapêutico; e os principais modelos de psicoterapia aliada ao uso de psicodélicos.

Apresenta as pesquisas clínicas e os resultados terapêuticos da psicoterapia aliada ao uso de psilocibina, LSD, MDMA, ibogaína e ayahuasca, além do uso de psicodélicos por pacientes com doenças graves; estudos recentes sobre o uso da música na terapêutica psicodélica, com pistas para a construção de repertório e o manejo musical; as principais pesquisas sobre crises induzidas por psicodélicos, sua classificação e as formas de suporte; e a análise ética das pesquisas com psicodélicos, com uma introdução à bioética clínica.

Conceitos-chave: psicofarmacologia; psicoterapia aliada ao uso de psicodélicos; pesquisas clínicas; música e psicodélicos; crises psicodélicas; bioética.

Seção I — Psicofarmacologia e modelos de psicoterapia aliada ao uso de psicodélicos

Aula 1 · Introdução e apresentação do módulo
Apresenta a orientação geral do Módulo 2.
Carga horária: 10 min · Docente: Fernando Beserra

Aula 2 · Fenomenologia da experiência psicodélica
Implicações para as pesquisas sobre a consciência
Aborda a fenomenologia da experiência com psicodélicos clássicos (LSD, DMT, psilocibina e mescalina) e seus efeitos sobre a percepção, a emoção, a cognição e a percepção egoica; o estado da arte das teorias que buscam explicar a experiência psicodélica (modelo de psicose, teoria do filtro, teoria psicanalítica, teoria do cérebro entrópico, teoria da informação integrada e processamento preditivo); e as pesquisas clínicas com psicodélicos, com seus desafios para compreender a eficiência clínica e os efeitos a longo prazo.
Carga horária: 40 min · Docente: Priscilla Praude

Aula 3 · Modelos de psicoterapia aliada ao uso de psicodélicos
Discute as origens da terapia psicodélica e da terapia psicolítica; as resistências na psicoterapia com psicodélicos; a terapia psicodélica atual (experiência psicodélica e “fetiche psicodélico”); onde está a terapia psicolítica hoje; e o uso de “minidoses” de substâncias psicodélicas por povos indígenas.
Carga horária: 1h · Docentes: Cauê Pinheiro e Iago Lobo

Aula 4 · Psicofarmacologia clínica das substâncias psicodélicas
Apresenta noções básicas de pesquisa clínica e de descoberta de drogas; hipóteses neurofisiológicas sobre o efeito terapêutico dos psicodélicos; farmacocinética e farmacodinâmica; e interações medicamentosas.
Carga horária: 1h · Docente: Daniel Mograbi

Aula 5 · Neurobiologia e hipóteses dos potenciais terapêuticos dos psicodélicos
Apresenta a classificação das drogas psicotrópicas (de abuso); os psicodélicos clássicos (mescalina, LSD, psilocibina e DMT) e os atípicos (empatógenos, dissociativos, canabinoides e propriamente atípicos); as bases do funcionamento do sistema nervoso central; e o mecanismo de ação comum aos psicodélicos clássicos e ao MDMA, do ponto de vista da psicofarmacologia e da neurobiologia (rede de modo padrão, neuroplasticidade, neurogênese e neuroinflamação). Discute as hipóteses sobre os potenciais terapêuticos a partir das alterações provocadas pelos psicodélicos, os potenciais riscos, a segurança de uso e as vantagens em relação a outras ferramentas farmacológicas no tratamento dos transtornos mentais.
Carga horária: 1h10 · Docente: Flávia Zacouteguy Boos

Seção II — Pesquisas clínicas

Aula 6 · Bioética e clínica psicodélica
Introdução à bioética clínica: abordagem deontológica e abordagem da ética do cuidado. Análise ética das pesquisas com psicodélicos.
Carga horária: 30 min · Docente: Luís Felipe Siqueira Valêncio

Aula 7 · Psicodélicos e doenças graves
Apresenta estudos clínicos sobre o potencial terapêutico de psicodélicos para pessoas com doenças graves, como câncer, doenças crônicas e doenças neurodegenerativas, com foco no controle dos sintomas psiquiátricos associados a essas condições, especialmente ansiedade e depressão.
Carga horária: 30 min · Docente: Lucas Maia

Aula 8 · Psilocibina
Introduz brevemente a morfologia dos fungos; apresenta referências sobre o uso histórico de cogumelos psicoativos, dos povos antigos até os anos 1960; aborda a psicofarmacologia da psilocibina, com ênfase no metabolismo e nas interações medicamentosas; levanta os principais estudos clínicos com a substância; e relaciona as alterações que ela provoca nos circuitos cerebrais a seus efeitos terapêuticos.
Carga horária: 1h · Docente: Paulo Edmundo

Aula 9 · LSD e MDMA
Revisa as pesquisas clínicas já realizadas com LSD e MDMA, reflete sobre set, setting e o desenho das pesquisas e apresenta o cenário atual dos estudos com as duas substâncias.
Carga horária: 1h · Docente: Priscilla Praude

Aula 10 · Ibogaína
Oferece uma visão geral do uso contemporâneo da iboga e da ibogaína. A iboga e seus derivados estão presentes de várias maneiras ao redor do globo: como sacramento para visitar o mundo dos ancestrais, como remédio poderoso para lidar com a dependência química e a depressão e como psicodélico neurotrófico. Planta sagrada utilizada na região centro-oeste da África, a iboga é central em diversos cultos de uma mesma tradição, o Bwiti. À medida que seu uso se expandiu pelo mundo, várias modalidades de uso se desenvolveram: enquanto o uso tradicional se expandiu como símbolo de resistência à violência colonial no Gabão, o uso de seu principal alcaloide, a ibogaína, cresceu em todo o mundo desde a década de 1960 como tratamento médico clandestino para a dependência, tanto no Norte Global quanto em países como o Brasil. A ibogaína também participou da primeira onda da terapia psicodélica, na década de 1970, com outros usos e dosagens.
Carga horária: 1h · Docente: Bruno Ramos Gomes

Aula 11 · Ayahuasca
Apresenta uma visão geral dos estudos acadêmicos sobre a ayahuasca: como introdução, sua definição, as hipóteses de origem e seus usos atuais; em seguida, um resumo dos estudos biomédicos atuais e uma discussão sobre perspectivas futuras, incluindo o uso terapêutico.
Carga horária: 1h · Docente: Luís Fernando Farah de Tófoli

Aula 12 · KAP (Ketamine Assisted Psychotherapy) e o potencial terapêutico da cetamina
Aborda o potencial terapêutico da cetamina (ou ketamina). Criada em 1962 nos EUA, foi o anestésico mais utilizado na Guerra do Vietnã por sua versatilidade e segurança. Conhecida no contexto recreativo como “special K”, ainda nos anos 1970 foi reconhecida como psicodélica, por ter efeitos semelhantes aos dos psicodélicos clássicos. Nos últimos 20 anos, foram descobertas suas propriedades antidepressivas únicas e, recentemente, seu enantiômero (+), a escetamina, foi aprovado para o tratamento da depressão resistente. Como a maioria dos estudos clínicos não considera fatores extrafarmacológicos, como o set and setting, o foco principal da aula é apresentar a metodologia da psicoterapia assistida por cetamina (KAP), encerrando com uma breve exposição sobre outras possibilidades terapêuticas da substância.
Carga horária: 1h · Docente: Bruno Soares Menezes

Seção III — Música e crises na clínica psicodélica

Aulas 13 e 14 · A música na terapêutica psicodélica (partes 1 e 2)
Traz uma breve história do uso da música na terapêutica psicodélica; os recursos terapêuticos alternativos desenvolvidos durante a proibição; estudos recentes sobre o uso da música na terapêutica psicodélica; e pistas para a construção de repertório e o manejo da música.
Carga horária: 2h · Docente: Sandro Rodrigues

Aula 15 · Experiências psicodélicas desafiadoras e manejo terapêutico
Aborda as pesquisas sobre crises induzidas por psicodélicos e as terminologias adotadas na literatura sobre o tema, além da classificação e das formas de suporte a essas crises.
Carga horária: 1h · Docente: Fernando Beserra

Módulo 03

Módulo 3: O processo de integração na experiência psicodélica

Coordenação: Daniela Monteiro

O que acontece depois da experiência: o processo de integração, do set e do setting ao SUS e às práticas integrativas, a partir de uma perspectiva latino-americana da terapêutica psicodélica.

Ementa e aulas do módulo 3

O que é a integração psicodélica?

Este módulo se dedica ao aprofundamento do processo de integração das experiências psicodélicas. Para isso, trabalha a epistemologia do termo e os diversos conceitos ligados a ele, como set, setting, sitting, droga e matrix. Discute os espaços para o trabalho de integração — a clínica; o Sistema Único de Saúde e seu histórico (Reforma Sanitária, Reforma Psiquiátrica e constituição das RAPS); a redução de danos; e a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares — e o papel da redução de danos na preparação e na elaboração das experiências psicodélicas.

Contextualiza os fatores históricos, ambientais e antropológicos que influenciaram e seguem influenciando a construção cosmológica da perspectiva latino-americana da terapêutica psicodélica, a partir de um resgate das práticas ancestrais e comunitárias, com base na antropologia da saúde. Apresenta um estudo de caso de integração psicodélica em uma clínica de abordagem transpessoal, com ferramentas adjuntas que apoiam a elaboração e a integração das experiências; discute os fenômenos anômalos e seu papel nesse processo; e apresenta o projeto da APB TRIP — Terapeutas em Rede pela Integração Psicodélica.

Conceitos-chave: integração; SUS; Reforma Psiquiátrica; Reforma Sanitária; PNPIC; PICS; TIP; set; setting; sitting; matrix; anomalística; fenômenos anômalos; fenômenos paranormais; TRIP — Terapeutas em Rede pela Integração Psicodélica.

Aulas

Aula 1 · Apresentação do Módulo 3
Apresenta os conteúdos e a forma de organização do módulo Integração Psicodélica, a carga horária por tema e por docente e a carga horária total do módulo.
Carga horária: 10 min · Docente: Daniela Monteiro

Aula 2 · Conceito de integração: epistemologia
O que é a integração psicodélica: conceitos, sua evolução e sua epistemologia.
Carga horária: 20 min · Docente: Daniela Monteiro

Aula 3 · Set, setting e matrix
Histórico das noções de set, setting e matrix: set e preparação; setting e sitting; matrix e integração.
Carga horária: 1h · Docente: Sandro Rodrigues

Aula 4 · Terapêutica da integração psicodélica: SUS, PNPIC, PICS, TIP e RD
Histórico e concepção do Sistema Único de Saúde e suas bases na Reforma Sanitária, no movimento da Reforma Psiquiátrica e nos movimentos comunitários de base. As práticas integrativas e complementares em saúde, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, os modelos de terapias de integração psicodélica e a redução de riscos e danos no processo de integração psicodélica.
Carga horária: 1h · Docente: Daniela Monteiro

Aulas 5 e 6 · A perspectiva latino-americana da terapêutica psicodélica (partes 1 e 2)
Terapia psicodélica na clínica ampliada · Ferramentas adjuntas da clínica: estudo de caso
Contextualização histórica, ambiental e antropológica dos fatores que influenciaram e seguem influenciando a construção cosmológica da perspectiva latino-americana da terapêutica psicodélica, a partir de um resgate das práticas ancestrais e comunitárias, com base na antropologia da saúde. Apresentação de um estudo de caso de integração psicodélica em uma clínica de abordagem transpessoal, com uma gama de ferramentas adjuntas que apoiam a elaboração e a integração das experiências psicodélicas.
Carga horária: 1h30 · Docente: Daniela Monteiro

Aulas 7 e 8 · Experiências anômalas na clínica de integração psicodélica (partes 1 e 2)
Conceito de anomalística · Papel do psicólogo na leitura social das experiências anômalas
Define e delimita os conceitos de psicologia anomalística e parapsicologia; apresenta brevemente a história e a importância das experiências anômalas na constituição da psicologia como ramo científico; reflete sobre a realidade híbrida e plural da crença religiosa brasileira; e destaca a prevalência e a relevância das experiências anômalas em contextos religiosos, assim como a importância clínica do diagnóstico diferencial desse tipo de experiência.
Carga horária: 1h30 · Docente: Ricardo Assarice

Aula 9 · TRIP — Terapeutas em Rede pela Integração Psicodélica
A Associação Psicodélica do Brasil e seu projeto clínico-político
Apresenta a TRIP: o que é e quem faz parte (perfil dos profissionais); contextualiza o cenário de demanda especializada em redução de danos e integração psicodélica que torna a rede necessária; aponta a pluralidade de formações dos psicoterapeutas da TRIP e o modo como se dão os estudos e as supervisões clínicas; e destaca a inseparabilidade entre clínica e política, defendendo uma clínica realmente integral/holística (biopsicossociocultural) e a formação integral dos profissionais da área.
Carga horária: 30 min · Docente: Priscilla Praude

Módulo 04

Módulo 4: O fenômeno da microdosagem como processo de exploração de doses baixas a partir do paradigma psicodélico

Coordenação: Márcio Roberto

O fenômeno da microdosagem lido a partir do paradigma psicodélico: evidências, riscos, gestão autônoma, clínica de integração e uma leitura crítica da “terceira onda psicodélica”.

Ementa e aulas do módulo 4

Este módulo aborda o fenômeno da microdosagem no contexto do renascimento psicodélico do século XXI, a partir do paradigma psicodélico. Ao longo do percurso, aprofunda um conjunto de conceitos: o que é microdose de psicodélicos, seus regimes de ingestão e dosimetria, as modalidades de uso e os efeitos atribuídos à prática e sua representação na mídia; a centralidade da explicação farmacológica e a importância de compreender a microdose como processo de exploração dos psicodélicos em doses baixas; alguns indícios históricos dessa exploração; a distinção entre os paradigmas e as consequências epistemológicas da abordagem psicodélica; a justificativa, no campo da filosofia da ciência, para a defesa dessa abordagem a partir de uma ontologia do ser social; e a representação do fenômeno como elemento mediador dos resultados da prática.

Também apresenta uma revisão crítica de pesquisas recentes; o efeito placebo, o risco e a segurança na prática de microdoses e minidoses; os possíveis mecanismos de ação — o argumento da neurobiologia, o da psicodinâmica e a criação de dispositivos como elemento de mediação dos resultados da prática de microdosagem (GEM-APB); e as práticas de experimentação em grupo e o uso de psicodélicos na clínica de integração, a partir da construção de roteiros de acompanhamento e das práticas de redução de riscos e danos.

Por fim, a partir de uma abordagem crítica, discute a tese da “terceira onda psicodélica”, uma interpretação sobre a incorporação dos psicodélicos à cultura ocidental. Nesse sentido, aborda as controvérsias na comunidade psicodélica sobre a difusão da microdosagem como expressão do processo de mercantilização dos psicodélicos, com seus desdobramentos econômicos, políticos e culturais; o processo de medicalização dos psicodélicos; a expropriação cultural; e as polêmicas sobre a busca da microdosagem como mecanismo para aumentar a produtividade do trabalho. O eixo analítico do debate é o renascimento psicodélico à luz das tendências contemporâneas da sociedade capitalista, situando a particularidade do Brasil e da América Latina como economias dependentes dos países centrais.

Conceitos-chave: microdose e minidose de psicodélicos; abordagem farmacológica e psicodélica; gestão autônoma de psicodélicos e medicalização; roteiros e protocolos de acompanhamento terapêutico; redução de riscos e danos; clínica de integração; mercantilização dos psicodélicos; expropriação cultural; capitalismo dependente e indústria dos psicodélicos.

Aulas

Aula 1 · Apresentação do módulo
Apresenta os conteúdos e a forma de organização do Módulo 4.
Carga horária: 10 min · Docente: Márcio Roberto

Aula 2 · Breve história do fenômeno da microdosagem e a centralidade da abordagem farmacológica
O fenômeno da microdosagem no contexto do renascimento psicodélico do século XXI: o que é microdose de psicodélicos; regimes de ingestão e dosimetria; modalidades de uso e efeitos atribuídos à prática; a representação midiática do fenômeno; e a centralidade de sua explicação a partir da abordagem farmacológica.
Carga horária: 40 min · Docente: Márcio Roberto

Aula 3 · Uma abordagem alternativa para o fenômeno: a microdosagem a partir do paradigma psicodélico
Das microdoses às minidoses: a exploração dos psicodélicos em doses baixas; indícios históricos dessa exploração; a distinção entre os paradigmas e as consequências epistemológicas da abordagem psicodélica; a justificativa, no campo da filosofia da ciência, para a defesa da abordagem psicodélica a partir de uma ontologia do ser social; e a representação do fenômeno como elemento mediador dos resultados da prática.
Carga horária: 40 min · Docente: Márcio Roberto

Aula 4 · A hipótese da microdose e os possíveis mecanismos de ação
Revisão crítica de pesquisas recentes; efeito placebo, risco e segurança na prática de microdoses e minidoses; possíveis mecanismos de ação: o argumento da neurobiologia, o da psicodinâmica e a criação de dispositivos como elemento de mediação dos resultados da prática de microdosagem (GEM-APB).
Carga horária: 1h · Docente: Márcio Roberto

Aula 5 · Os processos de exploração de doses baixas: da gestão autônoma à clínica de integração das experiências com psicodélicos
Aspectos gerais da gestão autônoma no uso de psicodélicos · Protocolos e roteiros de acompanhamento: aspectos processuais no acompanhamento terapêutico e a redução de danos na clínica · Microdose como processo de experimentação em grupo: a experiência do GEM-APB
As práticas de experimentação em grupo e o uso de psicodélicos na clínica de integração, a partir da construção de roteiros de acompanhamento e das práticas de redução de riscos e danos.
Carga horária: 1h · Docente: Daniela Monteiro

Aulas 6 e 7 · O fenômeno da microdosagem e as tendências do capitalismo contemporâneo no contexto de revalorização das substâncias psicodélicas (partes 1 e 2)
A partir de uma abordagem crítica, discute a tese da “terceira onda psicodélica”, uma interpretação sobre a incorporação dos psicodélicos à cultura ocidental. Aborda as controvérsias na comunidade psicodélica sobre a difusão da microdosagem como expressão do processo de mercantilização dos psicodélicos, com seus desdobramentos econômicos, políticos e culturais; o processo de medicalização dos psicodélicos; a expropriação cultural; e as polêmicas sobre a busca da microdosagem como mecanismo para aumentar a produtividade do trabalho. O eixo analítico é o renascimento psicodélico à luz das tendências contemporâneas da sociedade capitalista, situando a particularidade do Brasil e da América Latina como economias dependentes dos países centrais.
Carga horária: 2h · Docente: Márcio Roberto

Público alvo

O curso é voltado para profissionais de saúde, pesquisadores, militantes antiproibicionistas, usuários e demais pessoas interessadas em aprofundar seus conhecimentos sobre os psicodélicos.

Conteúdo

1Módulo 1: Introdução ao uso de psicodélicos com fins terapêuticos

O módulo apresenta os psicodélicos e percorre seus usos tradicionais e ancestrais, em sociedades pré-capitalistas e não capitalistas, e a interação humana com fungos e plantas professoras. No século XX, aborda a síntese do LSD; o Ocidente branco experimentando a “carne dos deuses”; as pesquisas com substâncias psicodélicas (CIA, universidades, profissionais de saúde mental e movimentos sociais de juventude); a influência dos psicodélicos na arte e na cultura; e o proibicionismo. Trata ainda do renascimento psicodélico do século XXI e dos principais centros de pesquisa da atualidade; da redução de danos em festas e festivais (breve história, construção dos manuais e dos princípios de suporte a crises induzidas por psicodélicos, autonomia dos usuários e suporte entre pares, drug checking e o cenário internacional e nacional dos coletivos); das questões legais (medicalização e proibicionismo nas convenções da ONU, temas jurídicos do uso terapêutico, liberdade cognitiva e busca pelo bem-estar, contracultura na saúde, tratamento normativo dos psicodélicos, contextualização das substâncias, fundamentos da regulamentação de cada uma — pesquisa e prescrição — e desregulamentação das smart drugs); e das questões bioéticas no uso de psicodélicos (liberdade de investigação científica; justiça, diversidade e equidade no movimento psicodélico; cautela e prudência na divulgação dos potenciais benefícios), com a proposta de um referencial latino-americano de bioética para o campo psicodélico. Conceitos-chave: psicodélicos; usos tradicionais; pesquisas científicas; proibicionismo; contracultura; redução de danos; aspectos legais; liberdade cognitiva; bioética; diversidade; equidade.
  • Introdução ao uso de psicodélicos com fins terapêuticos

    ASSISTIR

  • Usos tradicionais e ancestrais de psicodélicos

  • Psicodélicos no século XX

  • O Renascimento Psicodélico do século XXI

  • Redução de danos e psicodélicos

  • Questões legais do acompanhamento e suporte de pessoas que usam psicodélicos

  • Questões bioéticas nas políticas de drogas e no uso de psicodélicos

2Módulo 2: Terapia psicodélica

O módulo debate o uso terapêutico de diferentes substâncias psicodélicas: a fenomenologia da experiência psicodélica e o estado da arte das teorias que buscam compreendê-la; a psicofarmacologia dessa experiência e as hipóteses neurofisiológicas sobre seu efeito terapêutico; e os principais modelos de psicoterapia aliada ao uso de psicodélicos. Apresenta as pesquisas clínicas e os resultados terapêuticos da psicoterapia aliada ao uso de psilocibina, LSD, MDMA, ibogaína e ayahuasca, além do uso de psicodélicos por pacientes com doenças graves; estudos recentes sobre o uso da música na terapêutica psicodélica, com pistas para a construção de repertório e o manejo musical; as principais pesquisas sobre crises induzidas por psicodélicos, sua classificação e as formas de suporte; e a análise ética das pesquisas com psicodélicos, com uma introdução à bioética clínica. Conceitos-chave: psicofarmacologia; psicoterapia aliada ao uso de psicodélicos; pesquisas clínicas; música e psicodélicos; crises psicodélicas; bioética.
  • Introdução e apresentação do módulo II

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  • Fenomenologia da Experiência Psicodélica

  • Modelos de psicoterapia aliada ao uso de psicodélicos

  • Psicofarmacologia clínica das substâncias psicodélicas.

  • Neurobiologia e hipóteses dos potenciais terapêuticos dos psicodélicos

    01:08:47
  • Bioética e Clínica Psicodélica

  • Psicodélicos e Doenças Graves

  • Psilocibina

  • LSD e MDMA

    59:51
  • Ibogaína

    01:02:47
  • Ayahuasca

    59:20
  • Cetamina

    59:40
  • A música na terapêutica psicodélica (parte 1)

    01:01:10
  • A música na terapêutica psicodélica (parte 2)

    01:00:32
  • Experiências psicodélicas desafiadoras e manejo terapêutico

    01:01:06

3Módulo 3: O processo de integração na experiência psicodélica

O que é a integração psicodélica? Este módulo se dedica ao aprofundamento do processo de integração das experiências psicodélicas. Para isso, trabalha a epistemologia do termo e os diversos conceitos ligados a ele, como set, setting, sitting, droga e matrix. Discute os espaços para o trabalho de integração — a clínica; o Sistema Único de Saúde e seu histórico (Reforma Sanitária, Reforma Psiquiátrica e constituição das RAPS); a redução de danos; e a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares — e o papel da redução de danos na preparação e na elaboração das experiências psicodélicas. Contextualiza os fatores históricos, ambientais e antropológicos que influenciaram e seguem influenciando a construção cosmológica da perspectiva latino-americana da terapêutica psicodélica, a partir de um resgate das práticas ancestrais e comunitárias, com base na antropologia da saúde. Apresenta um estudo de caso de integração psicodélica em uma clínica de abordagem transpessoal, com ferramentas adjuntas que apoiam a elaboração e a integração das experiências; discute os fenômenos anômalos e seu papel nesse processo; e apresenta o projeto da APB TRIP — Terapeutas em Rede pela Integração Psicodélica. Conceitos-chave: integração; SUS; Reforma Psiquiátrica; Reforma Sanitária; PNPIC; PICS; TIP; set; setting; sitting; matrix; anomalística; fenômenos anômalos; fenômenos paranormais; TRIP — Terapeutas em Rede pela Integração Psicodélica.
  • Introdução e apresentação do módulo

    04:37

    ASSISTIR

  • Conceito de Integração - Epistemologia

    28:16
  • Set, setting e matrix

    45:19
  • Terapêutica da Integração Psicodélica - SUS, PNPIC, PICS, TIP, RD

    01:01:05
  • A perspectiva latinoamericana da terapêutica psicodélica (Parte 1)

    01:02:03
  • A perspectiva latinoamericana da terapêutica psicodélica (Parte 2)

    52:43
  • Experiências anômalas na clínica de integração psicodélica (Parte 1)

    40:28
  • Experiências anômalas na clínica de integração psicodélica (Parte 2)

    45:28
  • TRIP - Terapeutas em Rede pela Integração Psicodélica

    20:59

4Módulo 4: O fenômeno da microdosagem como o processo de exploração de doses baixas a partir do paradigma psicodélico

Este módulo aborda o fenômeno da microdosagem no contexto do renascimento psicodélico do século XXI, a partir do paradigma psicodélico. Ao longo do percurso, aprofunda um conjunto de conceitos: o que é microdose de psicodélicos, seus regimes de ingestão e dosimetria, as modalidades de uso e os efeitos atribuídos à prática e sua representação na mídia; a centralidade da explicação farmacológica e a importância de compreender a microdose como processo de exploração dos psicodélicos em doses baixas; alguns indícios históricos dessa exploração; a distinção entre os paradigmas e as consequências epistemológicas da abordagem psicodélica; a justificativa, no campo da filosofia da ciência, para a defesa dessa abordagem a partir de uma ontologia do ser social; e a representação do fenômeno como elemento mediador dos resultados da prática. Também apresenta uma revisão crítica de pesquisas recentes; o efeito placebo, o risco e a segurança na prática de microdoses e minidoses; os possíveis mecanismos de ação — o argumento da neurobiologia, o da psicodinâmica e a criação de dispositivos como elemento de mediação dos resultados da prática de microdosagem (GEM-APB); e as práticas de experimentação em grupo e o uso de psicodélicos na clínica de integração, a partir da construção de roteiros de acompanhamento e das práticas de redução de riscos e danos. Por fim, a partir de uma abordagem crítica, discute a tese da “terceira onda psicodélica”, uma interpretação sobre a incorporação dos psicodélicos à cultura ocidental. Nesse sentido, aborda as controvérsias na comunidade psicodélica sobre a difusão da microdosagem como expressão do processo de mercantilização dos psicodélicos, com seus desdobramentos econômicos, políticos e culturais; o processo de medicalização dos psicodélicos; a expropriação cultural; e as polêmicas sobre a busca da microdosagem como mecanismo para aumentar a produtividade do trabalho. O eixo analítico do debate é o renascimento psicodélico à luz das tendências contemporâneas da sociedade capitalista, situando a particularidade do Brasil e da América Latina como economias dependentes dos países centrais. Conceitos-chave: microdose e minidose de psicodélicos; abordagem farmacológica e psicodélica; gestão autônoma de psicodélicos e medicalização; roteiros e protocolos de acompanhamento terapêutico; redução de riscos e danos; clínica de integração; mercantilização dos psicodélicos; expropriação cultural; capitalismo dependente e indústria dos psicodélicos.
  • Introdução e apresentação do módulo

    11:43

    ASSISTIR

  • Breve história do fenômeno da microdosagem e a centralidade da abordagem farmacológica

    39:39
  • Uma abordagem alternativa para o fenômeno: a microdosagem a partir do paradigma psicodélico

    45:56
  • A hipótese da microdose e os possíveis mecanismos de ação

    58:38
  • Os processos de exploração de doses baixas: da gestão autônoma à clínica de integração das experiências com psicodélicos

    01:07:02
  • O fenômeno da microdosagem e as tendências do capitalismo contemporâneo no contexto de revalorização das substâncias psicodélicas (Parte 1)

    41:23
  • O fenômeno da microdosagem e as tendências do capitalismo contemporâneo no contexto de revalorização das substâncias psicodélicas (Parte 2)

    01:12:15

Professores(as)

Sandro Rodrigues

Sandro Rodrigues

Psicólogo

Psicólogo e membro do conselho diretor da Associação Psicodélica do Brasil (APB).
Pietro Benedito

Pietro Benedito

Sociólogo

Doutor em Sociologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com tese sobre o gênero e religião no Santo Daime.
Ivan Rennó

Ivan Rennó

Psicólogo

Redutor de danos e Psicólogo (UFSJ), atua em contexto de festa como membro do Coletivo Cai Junto. É membro da Associação Psicodélica do Brasil (APB).
Italo Coelho

Italo Coelho

Advogado

Advogado com expertise em Lei de Droga, Pós-graduado em Direito e Processo Penal
Daniela Monteiro

Daniela Monteiro

Psicoterapeuta

Psicoterapeuta Clínica - Bióloga, Especialista em Psicologia Transpessoal,
Luis Felipe Valencio

Luis Felipe Valencio

Biólogo

Biólogo (UNESP), com aperfeiçoamento em Bioética Clínica e Social
Priscilla Praude

Priscilla Praude

Psicóloga

Psicóloga (UFMG). Faz divulgação científica sobre psicodélicos
Flávia Zacouteguy Boos

Flávia Zacouteguy Boos

Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestre em Ciências Biológicas - Neurociências por esta mesma Universidade
Lucas Maia

Lucas Maia

Pesquisador

Biólogo (UFG), com mestrado (UNIFESP) e doutorado (UNICAMP) em Ciências, nas áreas de psicofarmacologia e saúde mental.
Paulo Edmundo

Paulo Edmundo

Psiquiatra

Graduação em Medicina na UFF. Residência em Psiquiatria (IPUB- UFRJ). MBA em Gestão em Saúde pela FGV.
Marcio Roberto de Oliveira Junior

Marcio Roberto de Oliveira Junior

Economista

Economista. Mestre em Economia Política pela Universidade Federal Fluminense (PPGE/UFF)
Iago Lobo

Iago Lobo

Psicólogo

Soteropolitano. Redutor de danos. Psicólogo (UFBA).
Bruno Ramos Gomes

Bruno Ramos Gomes

Psicólogo

Psicólogo, Mestre em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da USP, doutor em Saúde Coletiva pela Unicamp.
Cauê Pinheiro

Cauê Pinheiro

Psicólogo

Juremeiro. Redutor de Danos. Psicólogo.
Ricardo Assarice

Ricardo Assarice

Psicólogo

Psicólogo formado pelo Mackenzie (2014), onde defendeu sua monografia sobre Alquimia e Psicologia Analítica
Daniel Mograbi

Daniel Mograbi

Psicólogo

Psicólogo formado pela UFRJ, PhD em Psicologia e Neurociências pelo Institute of Psychiatry, King's College London
Emilío Figueredo

Emilío Figueredo

Advogado

Advogado desde 2004,, consultor na Sinapse Social, e Fundador e Diretor da Rede Jurídica pela Reforma da Política de de Drogas (REDE REFORMA)

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Haiany Javorski Cabral

JULIANA AMERICO DAINEZI SANTOS

Silmara de Hollanda Montenegro

Felipe Augusto da Silva Alcure

Vinícius Corrêa Mariano

Vinícius Corrêa Mariano

Muito bom!

FABRICIO MAXIMILIANO DA SILVA

Amanda de Souza Gee

Erico LP Paula

A Mente Manifesta v2.0: Aspectos clínicos e políticos do uso de psicodélicos

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  • 30 horas de carga horária
  • 52 alunos
  • 38 aulas
  • 4 módulos
  • Última atualização 15/10/2026
  • Certificado de conclusão de curso
  • 115 arquivos para download
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